A Ferroviária é campeã da Copa Libertadores feminina pela segunda vez em sua história. Ontem (21), a equipe do interior paulista venceu o América de Cali, da Colômbia, por 2 a 1, no estádio José Amalfitani em Buenos Aires, na Argentina, e conquistou a edição de 2020 do torneio continental.
Todos os gols da decisão foram marcados no primeiro tempo. Logo no início, Sochor contou com falha da goleira Tapia para abrir o placar. O time colombiano empatou em cobrança de pênalti com Catalina Usme, que igualou Cristiane como maior artilheira da história da Libertadores Feminina, com 29 gols. Antes do intervalo, Aline Milene, também cobrando pênalti, sacramentou o título da Ferroviária.
Além do bicampeonato, o clube de Araraquara também quebrou um importante tabu. A treinadora Lindsay Camila se tornou a primeira mulher a comandar um time campeão da Libertadores feminina. O torneio começou em 2009 e foi vencido apenas por técnicos homens nas primeiras 11 edições.
Esta foi a quarta participação da Ferroviária na competição. Campeã em 2015 e vice em 2019, a Locomotiva iniciou a trajetória na Libertadores com uma goleada sofrida para o Libertad, um empate com o Peñarol e uma bela vitória sobre a Universidade de Chile na fase de grupos. Nas quartas, bateu o River Plate por um 1 a 0. Já na semifinal, triunfo nos pênaltis por 7 a 6 sobre a Universidade de Chile após empate sem gols no tempo normal.
Vaga na próxima Libertadores
Com este título a Ferroviária garantiu, além do bicampeonato, uma vaga na próxima edição da Libertadores Feminina, que está programada para acontecer no final de 2021 no Chile.
Goleada do Corinthians
Antes da final da competição, o Corinthians garantiu a terceira posição da Libertadores Feminina após derrotar o Universidad de Chile por 4 a 0. Os gols do triunfo foram marcados por Adriana, Juliete e Vic Albuquerque (duas vezes).
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