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Terça-feira, 25 de Agosto de 2026
Suplente de deputado e ex-diretor são os investigados em operação por movimentar mais de R$ 1 milhão em instituto de MT.

Policial

Suplente de deputado e ex-diretor são os investigados em operação por movimentar mais de R$ 1 milhão em instituto de MT.

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O ex-presidente do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (Imafir-MT) e suplente de deputado estadual Hugo Henrique Garcia (PSDB) e o ex-diretor executivo do Instituto, Afrânio Migliari, são alvos da Operação Mandato Espúrio, realizada nesta terça-feira (25), em Cuiabá. Os dois são investigados por suspeita de movimentações financeiras irregulares que ultrapassam R$ 1 milhão nas contas da entidade.

O ex-presidente do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (Imafir-MT) e suplente de deputado estadual Hugo Henrique Garcia (PSDB) e o ex-diretor executivo do Instituto, Afrânio Migliari, são alvos

(goto reprodução -) g1 entrou em contato com o Imafir-MT, mas até a última atualização dessa reportagem não obteve resposta. A reportagem tenta o contato com as defesas de Hugo Henrique Garcia e Afrânio Migliari.

Segundo a Polícia Civil, cerca de R$ 774 mil teriam sido enviados para uma conta pessoal e uma empresa ligada a Afrânio, enquanto outros R$ 270 mil foram destinados a um escritório de advocacia. As operações são analisadas dentro de uma disputa pelo comando do instituto e teriam ocorrido mesmo após decisões judiciais que restringiam atos de gestão em nome da entidade.

Os dois foram alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos nesta terça-feira (25), em Cuiabá. A Justiça também determinou o bloqueio de contas e a suspensão dos acessos bancários utilizados pelos investigados para movimentar recursos do Imafir-MT.

Candidato a deputado e ex-diretor que já foi secretário em Sorriso são alvos de operação

(foto reprodução) - Hugo, que atualmente é suplente de deputado estadual e disputa uma vaga efetiva na Assembleia Legislativa de Mato Grosso pelo PSDB, declarou R$ 9,49 milhões em bens à Justiça Eleitoral.

A investigação apura suspeitas de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica.

FONTE/CRÉDITOS: g1 mt - foto reproduçãoi
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