Uma das maiores emoções para um pescador é poder contar, com orgulho, a história do grande peixe que conseguiu fisgar. Não é raro que, com o passar do tempo, o peixe “cresça” um pouco no relato, ganhando alguns centímetros a mais, ficando mais pesado e tornando a captura ainda mais emocionante.
Na narrativa, não faltam detalhes, como a força do peixe, a longa briga para retirá-lo da água e até histórias de puçá rasgado. Assim nascem as famosas “histórias de pescador”, que muitas vezes ficam apenas na memória, sem fotos ou testemunhas.
Mas, no Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres, a história é diferente. Ali, não há espaço para exageros. Os peixes são vistos, medidos, fotografados, registrados e, o mais importante, devolvidos ao rio, reforçando o compromisso com a pesca esportiva e a preservação das espécies.

(foto reprodução) - Foi exatamente isso que aconteceu com o pescador Eder Max da equipe “Os Ariranhas”, que fisgou um impressionante jaú, conhecido como o “Rei do Rio”. O exemplar media 1,30 metro e encantou participantes e organização pela beleza e pelo porte.
A captura garantiu à equipe de Eder Max a maior pontuação da competição e, como reconhecimento, o prêmio especial destinado ao maior peixe do festival, um motor de popa de 30 HP.
A secretária Alessandra Castilho comemorou a captura do belo exemplar e destacou a importância de eventos que unem esporte, turismo e conservação ambiental. Segundo ela, a devolução do jaú ao rio demonstra que é possível valorizar a pesca esportiva sem abrir mão da preservação das riquezas naturais do Pantanal.
Fonte: Prefetura Municipal de Cáceres
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