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Terça-feira, 20 de Outubro de 2026
Câmara aprova Audiência Pública proposta pelo vereador Franco Valério para esclarecer paralisação da obra do Fort Atacadista.

Cáceres MT

Câmara aprova Audiência Pública proposta pelo vereador Franco Valério para esclarecer paralisação da obra do Fort Atacadista.

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O vereador Franco Valério (PSB) propôs e os demais vereadores da Câmara de Cáceres aprovaram, por unanimidade, na sessão desta segunda-feira (19), a realização de uma Audiência Pública, para esclarecimentos sobre a paralisação da obra do Fort Atacadista, pela justiça, na rua Padre Cassemiro, em Cáceres.

Existem, pelo menos, três ações judiciais, tramitando na Comarca de Cáceres, sobre a área, onde começou a ser construída a obra. A proposta da Audiência Pública, conforme o autor, tem a finalidade de reunir e ouvir todos os envolvidos no caso – Ministério Público, prefeitura, Cartório de Registro de Imóvel, a empresa e os moradores.

“A audiência, que esperamos, seja realizada com urgência, visa esclarecer a situação da disputa sobre a titularidade dos terrenos da obra; o fundamento do parecer municipal de 2023 sobre a área; a situação atual da regularização fundiária do local; os impactos da paralisação para a cidade e para os empregos prometidos e por fim, as propostas de solução e seus efeitos para o bairro” afirma Franco.

(foto reprodução) - A proposta, conforme o vereador Franco Valério, visa reunir todos os envolvidos para esclarecer e resolver o impasse

Na proposta para a realização da audiência, o vereador assinala ainda que “a população não sabe porquê da paralisação, quanto tempo essa situação irá permanecer e, na verdade, não sabe o que está e jogo” justifica explicando que a audiência não irá substituir o Judiciário e, tampouco antecipa o resultado da ação.

O vereador assinala que a paralisação da obra é preocupante porque causa prejuízo para todos, principalmente, para a empresa que já vem pagando o salários de dezenas de trabalhadores há vários meses, sem que a obra seja concluída e, para  os empregados que veem seus postos de trabalhos ameaçados diante do embargo que já dura mais de três meses.

FONTE/CRÉDITOS: Por Sinézio Alcântara/Expressão Notícias - foto reprodução
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