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Sabado, 20 de Junho de 2026
Cáceres é o 2º município do país que mais perdeu superfície de água; ranking tem mais 4 de MT.

Brasil

Cáceres é o 2º município do país que mais perdeu superfície de água; ranking tem mais 4 de MT.

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Um levantamento divulgado pela plataforma MapBiomas apontou que Cáceres é o segundo município do país que mais perdeu superfície de água em 2025, em relação à média histórica. Mato Grosso ainda tem outros quatro municípios no ranking que reúne os 15 com mais perdas, sendo: Poconé, Barão de Melgaço, Santo Antônio de Leverger e Vila Bela da Santíssima Trindade.

De acordo com o MapBiomas, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso lideram o ranking dos estados que em 2025 estiveram com a superfície de água abaixo da média histórica (1985 a 2025), com reduções de 527 mil hectares e 336 mil hectares, respectivamente.

Os municípios com maior retração da superfície de água em relação à média histórica foram Corumbá (MS), que registrou perda de 474 mil hectares, e Cáceres (MT), que perdeu 189 mil hectares em relação à média histórica, ambos influenciados pelas variações que ocorrem no bioma Pantanal.

No ranking dos 15 municípios que mais perderam superfície de água em 2025, Poconé ocupa a 3ª posição (com perda de 103 mil ha), Barão de Melgaço ocupa a 9ª posição (com perda de 12 mil ha), Santo Antônio de Leverger ocupa a 10ª posição (com perda de 11 mil ha) e Vila Bela da Santíssima Trindade ocupa a 11ª posição (com perda de 10 mil ha).

Veja os dados detalhados do MapBiomaspelo link.

Captura de tela 2026-06-19 102022.png

(reprodução)

Impactos ambientais e econômicos

A diminuição da superfície de água pode provocar reflexos em diversas atividades econômicas e ambientais, incluindo:

  • redução da biodiversidade;
  • prejuízos à pesca;
  • impactos sobre o turismo ecológico;
  • dificuldades para a navegação;
  • aumento do risco de incêndios florestais;
  • comprometimento do abastecimento hídrico em determinadas regiões.

Especialistas apontam que o monitoramento contínuo é fundamental para orientar políticas públicas de conservação dos recursos hídricos e adaptação às mudanças climáticas.

FONTE/CRÉDITOS: olhar direto - foto reprodução
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