Com cinco décadas de vida pública, o deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) avalia que, embora o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB) liderem a corrida ao Senado, a disputa tende a ser acirrada e ainda pode ter um desfecho diferente em 4 de outubro.
“Está crescendo muito o [Carlos] Fávaro, [José] Medeiros, Pedro Taques. Enfim, é uma eleição que eu mesmo não sei o que vai sair da urna. Já diziam, um ditado antigo aqui em Mato Grosso, que mão de juiz, naquela época saco de urna, agora é urna eletrônica e bunda de criança, ninguém sabe o que vem”, brincou o parlamentar, que já foi governador, prefeito, senador, deputado federal e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Com duas vagas em jogo, a disputa pelo Senado se tornou uma das mais concorridas da história de Mato Grosso. Além dos nomes citados por Júlio, o ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, também está no páreo e é considerado um dos candidatos competitivos.
Para Júlio, o cenário é de forte pulverização dos votos, o que deve tornar a disputa ainda mais difícil e imprevisível.
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