Ativo no mercado em busca de contratações, mesmo enquanto não decide quem será o treinador, o Cruzeiro tem interesse pela contratação do volante Fernando, do Sevilla. O jogador tem 36 anos e contrato até o final de junho de 2024.

Integrantes da diretoria do Cruzeiro entraram em contato diretamente com o jogador e também com o staff dele em busca de informações sobre a situação atual. Qualquer evolução nas tratativas, no entanto, depende de uma rescisão antecipada do atleta na Espanha.
A saída do Sevilla a seis meses do fim do contrato não é algo tão simples, apesar da proximidade do fim do vínculo. O clube realizou a troca no comando técnico, com o espanhol Quique Sánchez Flores anunciado nesta segunda-feira.
Em um momento inicial do planejamento, o treinador deu indícios de que contará com o volante brasileiro para o restante da temporada europeia. Fernando tem 13 jogos no Espanhol e, neste momento, recupera-se de lesão no ombro.
A informação sobre o interesse do Cruzeiro por Fernando foi noticiado pelo jornalista Venê Casagrande e confirmado pelo ge. À reportagem, o staff do jogador negou qualquer negociação. O clube também não comenta sobre situações de mercado.
Fernando, que é natural de Brasília e tem também cidadania portuguesa, vê com bons olhos a possibilidade de retornar ao Brasil e ficar mais perto da família. Ele atua no futebol do exterior desde 2007 e passou também por Porto, Manchester City e Galatasaray.
O Cruzeiro considera que, em caso de concretização da contratação, Fernando chegaria para ser um pilar técnico e de liderança do elenco em um momento de afirmação do clube na Série A e com retorno garantido à Sul-Americana. Entre copas e campeonatos nacionais, o volante conquistou 19 títulos na Europa. Destaque para o tricampeonato da Europea League, com o Sevilla, onde é ídolo.

Na janela do meio do ano, o Vasco abriu negociações com Fernando por um vínculo até o final de 2024, mas as tratativas não evoluíram a ponto de uma proposta ao Sevilla. O clube espanhol recebeu oferta de R$ 5,2 milhões do Al-Ahli, da Arábia Saudita, o que também fez esfriar o interesse cruz-maltino.
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