Pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) estudam o desenvolvimento de uma embalagem biodegradável usando óleo extraído do fruto de pequi (Caryocar brasiliense). O projeto recebe apoio financeiro e técnico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), que tem a missão de incentivar e financiar pesquisas científicas com potencial de aplicação prática.
O pequi é um fruto típico do Cerrado com grande produção na região. A pesquisa explora as características do óleo de pequi para incorporar material ativo à embalagem. O estudo busca não apenas a biodegradabilidade do material, mas também propriedades funcionais que possam contribuir para aplicações em armazenamento ou proteção de alimentos, com foco em inovação de materiais de origem natural.
O projeto é coordenado pela professora Paula Becker Pertuzatti Konda, do Instituto de Ciências Exatas e da Terra (ICET), campus Araguaia da UFMT.
De acordo com o pesquisador Gabriel Bezerra Cardoso, mestre em Ciências de Materiais, o primeiro desafio foi descobrir a quantidade correta do óleo extraído do pequi a ser incorporada ao acetato de celulose, utilizando polissorbatos, que são emulsificantes responsáveis por homogeneizar as misturas com o óleo.
Pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) estudam o desenvolvimento de uma embalagem biodegradável usando óleo extraído do fruto de pequi (Caryocar brasiliense). O projeto recebe apoio financeiro e técnico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), que tem a missão de incentivar e financiar pesquisas científicas com potencial de aplicação prática.
O pequi é um fruto típico do Cerrado com grande produção na região. A pesquisa explora as características do óleo de pequi para incorporar material ativo à embalagem. O estudo busca não apenas a biodegradabilidade do material, mas também propriedades funcionais que possam contribuir para aplicações em armazenamento ou proteção de alimentos, com foco em inovação de materiais de origem natural.
O projeto é coordenado pela professora Paula Becker Pertuzatti Konda, do Instituto de Ciências Exatas e da Terra (ICET), campus Araguaia da UFMT.
De acordo com o pesquisador Gabriel Bezerra Cardoso, mestre em Ciências de Materiais, o primeiro desafio foi descobrir a quantidade correta do óleo extraído do pequi a ser incorporada ao acetato de celulose, utilizando polissorbatos, que são emulsificantes responsáveis por homogeneizar as misturas com o óleo.
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