Sorriso, a capital nacional do agronegócio e que viu interromper, em 2022, o ciclo de quase 20 anos com representante na Assembleia Legislativa, corre risco de não eleger ninguém de novo no pleito deste ano. Com quase 150 mil habitantes, o município conta com quatro pré-candidatos considerados até competitivos (Ari Lafin, Xuxu Dal Molin, Leandro Damiani e Mauro Savi), mas terão dificuldades imensas para ganhar nas urnas por conta da disputa acirrada dentro de suas chapas.
O ex-prefeito Ari Lafin (foto), que trocou o PSDB pelo Republicanos, por exemplo, irá brigar por espaço com cinco deputados (Nininho, Diego, Eugênio, Moretto e Paulo Araújo) e dois ex-secretários de Estado (Alan Porto, da Educação; e Gilberto Figueiredo, da Saúde). Xuxu não tem a mínima chance no PL, assim como Savi no Podemos. Damiani, que tende a ser o mais votado em Sorriso, terá de superar a 30 mil votos para se eleger pelo MDB, que registra, entre os pré-candidatos, os deputados João, Thiago e Botelho, além de Léo Bortolin, da AMM.
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