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Sexta-feira, 07 de Agosto de 2026
Mauro nega esquema e diz que adversários estão por trás de operação; 'sacanagem política'.

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Mauro nega esquema e diz que adversários estão por trás de operação; 'sacanagem política'.

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O ex-governador Mauro Mendes (União) disse que não houve nenhuma irregularidade na condução do acordo que resultou no pagamento de mais de R$ 308 milhões à empresa de telefonia Oi. No vídeo publicado nas suas redes sociais, Mauro afirmou que não tem nenhuma ligação com os fundos de investimento onde esse valor foi parar, conforme o inquérito da Polícia Federal.

Na sua fala, o governador disse que a operação teria sido articulada por adversários políticos como os senadores Jayme Campos (União) e Carlos Fávaro (PSD), e os candidatos ao Senado Pedros Taques (PSB) e Janaina Riva (MDB).

“Está claro que esses adversários políticos tem a clara intenção de fazer isso como instrumento político para tentar me prejudicar. Por mim pode investigar a vontade. Eu não fiz e tenho certeza de que o estado de Mato Grosso, através da nossa procuradoria, não fez nada de errado e ilegal”, disse Mauro. Ele destacou também falas recentes dos seus opositores insinuando que ele seria alvo de algum tipo de investigação policial.

Otmar de Oliveira/ GD

(foto reprodução) - O candidato ao Senado pelo União Brasil disse, ainda, que o acordo com a companhia telefônica foi feito com o aval do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), do Ministério Público de Contas e do Ministério Público de Mato Grosso. O valor a ser pago, conforme Mauro, deveria ser de R$ 580 milhões.

“Portanto, o pagamento feito pelo governo do estado foi correto e está dentro da legalidade. Os fundos que receberam esses recursos não tem nenhuma relação comigo ou com minha família”, afirmou.

O ex-governador recordou o episódio em que foi alvo de uma outra operação policial, em 2014, na época em que ele era prefeito de Cuiabá. Ele descreveu a situação como humilhante e atribuiu a aquela exposição a situação de recuperação judicial da sua empresa.

“Em 2014, quando eu era prefeito de Cuiabá ocorreu uma busca e apreensão na minha casa. Eu e minha família sofremos uma grande humilhação. Os bancos cortaram o crédito das minhas empresas, perdi cartão de crédito, contratos com clientes e fornecedores, e entramos em Recuperação judicial. Quase quebrei por conta disso”, afirmou.

Para Mauro, políticos que tiveram o mandato marcado pela “grampolândia”, que “não conseguiram nem levar água para Várzea Grande” recorreram à uma “sacanagem política” para atacar seu projeto eleitoral.

“- É a velha política da sujeira, da mentira, que ataca a familia, que não respeita nada e faz de tudo pelo poder, com inveja do grande resultado que o nosso Governo fez por Mato Grosso”, disse.

“Vou lutar com todas as minhas forças para que políticos malandros, medíocres e mentirosos não voltem a dominar o nosso estado”, concluiu.

FONTE/CRÉDITOS: gazeta digital - foto reprodução
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