A empresária Gizeli Palermo Oliveira Columbano, de Mirassol d’Oeste (297 km de Cuiabá), voltou atrás e apresentou uma retratação pública após a repercussão de um vídeo em que afirmou não contratar petistas. Na nova gravação, ela diz atender a uma recomendação do Ministério Público do Trabalho (MPT) e garante que a orientação política não será usada como critério para contratação ou demissão de profissionais.
(foto reprodução) - Proprietária da Clínica Stúdio de Pilates, Gizeli é alvo de um inquérito civil que apura possível assédio eleitoral e discriminação nas relações de trabalho. A investigação foi aberta após uma denúncia sigilosa sobre o conteúdo publicado em seu Instagram.
Na gravação, a empresária reconhece que compartilhou conteúdos que sugeriam a não contratação ou o desligamento de trabalhadores por suas posições políticas. Ela afirma, porém, que essas declarações não refletem as práticas da empresa. “Repudiamos qualquer ato que configure discriminação ou assédio eleitoral no nosso ambiente de trabalho”, declarou.
Gizeli também assegura que respeitará a liberdade de voto e de expressão dos funcionários. Segundo a empresária, os profissionais são avaliados exclusivamente por suas competências técnicas e éticas, compromisso que ela reafirma publicamente na retratação.
A portaria de abertura do inquérito foi assinada em 29 de outubro pela procuradora do Trabalho Deisiane Christmas Santos Leão Machado da Costa. O procedimento busca esclarecer as circunstâncias da declaração e apurar possível discriminação por preferência política.
Veja o vídeo:
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