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Sabado, 18 de Abril de 2026
Cáceres: Após 3 anos, Justiça libera R$ 750 mil de dona de postos.

Justiça

Cáceres: Após 3 anos, Justiça libera R$ 750 mil de dona de postos.

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A juíza Raissa da Silva Santos Amaral, da 4ª Vara Criminal de Cáceres, retirou as restrições dos bens imóveis e móveis e liberou valores em conta bancária da empresária do ramo de postos de combustíveis, Kézia Morais Cardeal, alvo da Operação Jumbo, deflagrada pela Polícia Federal em 2022 para desarticular uma organização criminosa atuante no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro por intermédio de postos de gasolina. O esquema teria movimento aproximadamente R$ 350 milhões. 

Segundo a decisão, a empresária, proprietária dos postos Chapadão Comércio de Combustíveis Eireli e K. Moraes Cardeal - Chapadão Acessórios, apesar de ainda não ter sido absolvida da acusação de lavagem de capitais no contexto de tráfico de drogas identificado pela deflagração da Operação Jumbo, tem em seu favor manifestação do Ministério Público requerendo a improcedência da denúncia, de modo que os bens e valores bloqueados não mais interessam para a ação penal. A defesa da empresária foi realizada pelos advogados Valber Melo e Matheus Correia. 

Com esse entendimento, a Kuíza liberou um imóvel e dois veículos, bem como liberou valores de mais de R$ 750 mil bloqueados em conta de titularidade de Kézia e seus postos de combustíveis. "Sob o argumento de que o próprio delegado que presidiu as investigações reconheceu a ausência de comprovação de conduta ilícita em relação à Kezia. Posteriormente, no mesmo sentido, em memoriais, o Ministério Público requereu a absolvição da requerente. Ouvido, o Ministério Público opinou pelo deferimento avocando os mesmos fundamentos", diz trecho. 

Os bens citados são um lote de terreno urbano no Residencial Condomínio Rubi, Várzea Grande no valor de R$ 98.123,82 mil;  Uma Mercedes Benz/L, do ano de 1993 avaliada em R$ 67 mil; um carros Citroen Picasso ano 2010/2011 no valor de R$ 27,2 mil. 

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(foto reprodução)

OPERAÇÃO JUMBO

Na Operação Jumbo foram presas oito pessoas, incluindo o líder do grupo, que Thiago Gomes de Souza, conhecido como Baleia, que se apresentava como empresário do ramo de postos de combustíveis. Também foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão, tendo como alvos, além dos presos, outros integrantes do grupo, como a esposa de Baleia, Franciely Vieira Botelho.

Entre os bens que tiveram seu sequestro determinado judicialmente, estão o Posto Atalaia e o Posto Jumbo, ambos avaliados em R$ 5 milhões cada, além da mineradora localizada em Nossa Senhora do Livramento, avaliada em R$ 6 milhões. Também foram apreendidos diversos veículos, entre eles uma Range Rover de R$ 524 mil e uma Chevrolet Caravan SS, ano 1978.

 

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FONTE/CRÉDITOS: folha max - foto reprodução
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