A sexta-feira (11) foi dia de decisão eleitoral no Vasco. Pedrinho e Leven Siano concorreram nas urnas pelo posto de presidente do Vasco para o próximo triênio, válido de 2024 a 2026.
A votação iniciou às 10h e possuiu pleito físico e virtual. Os sócios poderiam ir até a sede do Calabouço votar nos computadores ou votar virtualmente no pleito virtual disponibilizado pela BeeVoter, empresa contratada pelo Vasco.
6.210 sócios no total estavam aptos a votar, mas somente 5.252 exerceram o seu direito. Destes, 64% (3.372) votaram a favor da chapa Sempre Vasco, de Pedrinho. Outros 35% (1.844) votaram a favor da chapa Somamos, de Leven Siano e 1% (36) votaram branco ou nulo.
Durante o processo eleitoral, tivemos 3 parciais de votos e, por elas, foi possível apurar que mesmo com pouco tempo de votação, já se tinha um elevado número de votos.
A tarde foi de paz e respeito, majoritariamente. Tivemos alguns episódios, como as hostilidades proferidas ao ex-presidente da assembleia, Faues Mussa e ao atual presidente do Vasco, Jorge Salgado, quando chegaram à sede para votar. Apesar disso, o retrato final é de uma eleição pacífica e sem interveio jurídico algum.
Quando declarado presidente, Pedrinho se emocionou muito e recebeu palavras de apoio de Leven Siano, às quais devolveu quando discursou pela primeira vez eleito. Foi um momento de muito respeito entre os dois.
Entenda atuação de Pedrinho como presidente do Vasco
Como presidente do clube associativo, Pedrinho terá poder sobre os esportes olímpicos, como basquete, vôlei, futsal e fut-vôlei. Além disso, será de responsabilidade principalmente sua toda e qualquer decisão envolvendo São Januário, especialmente os primeiros passos para a reforma e revitalização do complexo esportivo do estádio.
O associativo também comanda 30% do futebol do Vasco, o que significa que tem sim alguma importância na pasta, apesar de ser voto vencido em relação à SAF.
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