Oscar decidiu, ainda em dezembro, que não iria voltar a jogar. O meia de 34 anos, porém, ainda não tem definição sobre sua rescisão com o São Paulo. As partes negociam e esperam um desfecho amigável. Ele já está fora da folha salarial do clube.
O ponto em debate para a rescisão são os valores pendentes. O contrato do meia valia até o fim de 2027. Era esse o prazo do São Paulo para quitar o valor pela contratação. Oscar estava livre no mercado e receberia R$ 1,5 milhão pela assinatura do acordo (luvas e comissão).
Agora, clube e jogador negociam o quanto disso será pago e de que forma. A rescisão veio dois anos antes do fim do acordo. Isso seria justificativa para reduzir a quantia. Não há um prazo para que a rescisão tenha o martelo batido.
O jogador tomou a decisão de parar após um episódio de síncope vasovagal, que motivou uma internação para monitorar alterações cardíacas. Ele chegou a desmaiar durantes exames feitos no CT da Barra Funda.
Antes disso, Oscar já não entrava em campo desde julho. No dia 19 daquele mês, o meia sofreu fraturas em três vértebras lombares. Ele chegou a retomar os treinos junto dos companheiros, mas foi novamente afastado. Na época, o São Paulo informou uma lesão muscular na panturrilha. Posteriormente, foi oficializado que o jogador sofria com problemas cardíacos.
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