O cartão amarelo recebido por Lucho Acosta no empate por 1 a 1 entre Fluminense e Bragantino, pela 19ª rodada do Brasileirão, passou a ser investigado após um alerta de possível manipulação de apostas. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) recebeu um relatório sobre movimentações consideradas atípicas em casas de apostas e abriu apuração sobre o caso.
(foto reprodução) - O Tricolor informou que foi notificado de forma sigilosa e afirmou que o meia negou qualquer participação em irregularidades. Segundo o Fluminense, a comunicação da CBF chegou à diretoria na última semana. O clube diz, ainda, que está à disposição para colaborar com as autoridades responsáveis pela investigação. As informações foram publicadas primeiramente pelo portal "Uol" e confirmadas pelo Lance!.
— O Fluminense FC recebeu notificação sigilosa da CBF sobre o fato e informa que está à disposição para colaborar com os órgãos competentes. O atleta negou participação em qualquer tipo de irregularidade — informou o clube.
O alerta foi emitido pela casa de apostas Stake, que identificou um volume considerado fora do padrão de apostas relacionadas ao cartão amarelo de Lucho Acosta durante a partida disputada no Maracanã. A empresa comunicou à Sportradar, responsável pelo monitoramento de partidas do Campeonato Brasileiro para a Fifa. Na sequência, o relatório foi encaminhado à CBF.
(foto reprodução) - O lance ocorreu aos 47 minutos do segundo tempo, durante uma confusão envolvendo jogadores das duas equipes. Na ocasião, o Fluminense atuava com um jogador a mais. Lucho Acosta entrou no tumulto, empurrou o zagueiro Lucas Barbosa e depois trocou empurrões com Gustavo Marques.
Após revisão do VAR, o árbitro Davi de Oliveira Lacerda expulsou John Kennedy, do Fluminense, e Fabinho, do Bragantino. Lucho Acosta recebeu cartão amarelo pela participação na confusão.
O episódio também foi analisado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Lucho Acosta e o zagueiro Freytes foram absolvidos, enquanto John Kennedy recebeu suspensão de duas partidas. A investigação conduzida pela CBF sobre a movimentação de apostas ocorre de forma independente do julgamento esportivo.
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